CJE-Aracaju

História do CJE - Aracaju


Fundado em 2005, o Conselho de Jovens Empreendedores de Aracaju (CJE-Aracaju) é um conselho permanente da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (ACESE) que aglutina e representa os jovens empreendedores de Aracaju, seguindo a orientação da Confederação Nacional dos Jovens Empresários (CONAJE).

Fórum de formação de lideranças empresariais, a CONAJE tem como missão representar, aglutinar e informar as entidades de jovens empresários, comprometidas com a ética, a cidadania e a livre iniciativa, buscando o aprimoramento contínuo da nossa sociedade. Pretende também reunir empreendedores de diversos estados brasileiros com o objetivo de articular e divulgar práticas que fortaleçam a disseminação de novos e sólidos negócios no país.

Dez mil jovens empresários do país são representados hoje pela Confederação Nacional, composta por integrantes de um forte movimento nacional que tem início nos municípios. A CONAJE tem origem nos grupos empresariais de jovens paulistas, gaúchos e mineiros, que se reuniram a partir de 1992 com o intuito de formar lideranças, discutir questões voltadas à construção de uma nova ordem social e formar um grupo de intercâmbio nacional entre os movimentos de jovens empresários estaduais. No início, eles se reuniram como Fórum Nacional de Jovens Lideranças Empresariais e, a partir de 1998, como Confederação Nacional dos Jovens Empresários, adaptando e melhorando a cada ano seus objetivos e formas de representação municipais e estaduais. Hoje, a entidade é responsável por estimular o empreendedorismo entre os jovens brasileiros, seja através da orientação e capacitação profissional promovida durante os eventos da CONAJE nos estados, ou através de sua representação política, buscando ações que fortaleçam o aparecimento de novas empresas e fortifiquem as já existentes no país, sobretudo as geridas por jovens.

A estrutura do movimento de jovens empresários brasileiros começa nos Conselhos de Jovens Empreendedores (CJE) estaduais, que congregam associações municipais. Em nível municipal, as associações promovem encontros com seus prefeitos e empresários das regiões que tenham exemplos de sucesso ou insucesso para repassarem, realizam grupos de estudos, além de se reunirem periodicamente para estudarem suas necessidades de ações locais e como forma de networking. Estadualmente, os grupos organizam missões empresariais a estados e países de interesse da economia local, promovem eventos de capacitação, parcerias com universidades para organizar rodadas de debates sobre o empreendedorismo, visitas a empresas de sucesso, se envolvem nas questões políticas do Estado e se encontram através da promoção de eventos estaduais. Hoje são 20 CJEs no país, mas a nova gestão prevê um processo de expansão para todos os estados brasileiros.

O CJE-Aracaju é a primeira AJE de Sergipe, tendo sua primeira diretoria, empossada em 05/12/2005, formada por Diego Cabral Ferreira da Costa (Presidente), Paulo André da Cunha Silveira (Vice-Presidente), Manoel Augusto Fraga Diniz (Secretário Geral), Iêdo Flávio de Andrade Filho (Tesoureiro).

OBJETIVOS

A Confederação Nacional dos Jovens Empresários tem como missão representar, aglutinar e informar as entidades de jovens empresários, comprometidas com a ética, a cidadania e a livre iniciativa, buscando o aprimoramento contínuo da nossa sociedade. Pretende também reunir empreendedores de diversos estados brasileiros com o objetivo de articular e divulgar práticas que fortaleçam a disseminação de novos e sólidos negócios no país.

A atual diretoria da Conaje entende que a concretização destes objetivos passa pelos seguintes caminhos:
- Ser o canal de interlocução e defesa da idéia de que o Brasil precisa preparar seus jovens para o primeiro negócio, e não apenas para o primeiro emprego, uma vez que o mercado de trabalho não comporta mais a tradicional relação empregador-empregado.

- Fomentar o debate sobre a importância do empreendedorismo na construção de uma sociedade economicamente auto-sustentada.
- Apoiar todas as iniciativas que visem acabar com a exclusão empresarial, o que passa por medidas de simplificação nas áreas trabalhista, tributária e previdenciária.

- Insistir junto aos governos e aos agentes privados no sentido de fortalecer a educação, capacitação profissional e treinamento, como forma de orientar o espírito empreendedor.

- Ser uma fonte confiável de informações sobre as experiências bem sucedidas e os obstáculos enfrentados pelos jovens empreendedores dos Estados brasileiros.

- Quebrar a falsa oposição entre o pequeno e o grande negócio e introduzir o conceito do negócio integrado: o bom negócio multiplica oportunidades e distribui renda.

- Utilizar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social como vetor político para consolidar nas áreas públicas e privada o conceito do empreendedorismo.

- Lutar pela participação dos jovens empresários em todos os Conselhos de Desenvolvimento e ou assemelhados criados nos Estados.
- Propagar a necessidade de identificar regional e setorialmente as oportunidades de negócio no complemento das áreas de comércio, indústria, agricultura e serviços.

- Promover, apoiar institucionalmente e participar de eventos que promovam o empreendedorismo e a importância de criação de negócios em todo o território nacional.
 



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