Almoço com Negócios

Redução de taxas de terreno de Marinha é tema do Almoço com Negócios

No início da tarde dessa sexta-feira, 19, empresários, associados, parceiros e convidados participaram de mais uma edição do tradicional Almoço com Negócios, promovido pela Associação Comercial e Empresarial de Sergipe – Acese -, no Radisson Hotel.

 

Nessa edição, o tema girou em torno da Lei nº: 13.240/2015, que foi aprovada no fim do ano passado e reduziu as taxas sobre os terrenos de Marinha/Laudêmio, favorecendo o ambiente de negócios no Estado.

 

“Trazer esse tema para debatermos em nosso encontro, significa que em meio a tantas notícias desfavoráveis para o empresário, ainda existe uma luz no fim do túnel que permanece acesa. Essa é a primeira vez que sentamos para comemorar uma redução de imposto, fruto da mobilização do setor”, afirma o presidente da Acese, Wladimir Torres.

 

Um tema de tamanha importância necessitaria de um time de palestrantes de peso. E não poderia ter sido diferente. Debateram o tema, o consultor de Relações Governamentais, Hélzio Mascarenhas, que foi convidado pelo deputado federal, Laércio Oliveira, o vice-prefeito de Aracaju, José Carlos Machado, e o empresário Luciano Franco Barreto.

 

O primeiro palestrante da tarde foi o vice-prefeito de Aracaju, José Carlos Machado, que deu uma introdução do que de fato se considera terreno de Marinha, além de externar o grande ganho financeiro para adquirentes de imóveis nessa área.

 

Já o consultor de Relações Governamentais, Hélzio Mascarenhas, explicou a trajetória de discussão do projeto até a efetiva aprovação nas Casas Legislativas, além de quantificar em números a economia financeira com a Lei.

 

“A sociedade deve participar ativamente no sentido do desenvolvimento dos seus anseios. Se não nos propusermos a ajudar a quem nos representa, não teremos resultados concretos. A Lei nº 13.240/2015 retrata esse movimento de setores”, explica Hélzio.

 

Já o empresário da construção civil, Luciano Barreto, criticou o modelo de gestão adotado para o setor. “Existe no Brasil, hoje, em torno de R$ 30 a 40 milhões que estão depositados de obras que não se conseguiu dar andamento. Estamos vivendo um modelo de gestão que não permite a execução de obras. Temos que começar a reformar a gestão pública no Brasil”, afirmou Luciano Barreto.

 

 

Dentre os informes que são anunciados durante o almoço, foram destaques: a palestra de combate à dengue, que acontecerá no auditório da Acese, no dia 2 de março em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, a atuação da Junior Achievement, a área de negócios e os produtos ofertados pela entidade e a assinatura de um convênio técnico com o Sebrae/SE para a realização de cursos na Acese e que possam gerar renda e atrair ainda mais a participação do associado.



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