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Comerciantes acreditam que ações integradas otimizem a segurança

"Precisamos discutir ações conjuntas, integradas e permanentes", pontuou o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese), Marco Pinheiro, ao conceder entrevista ao Jornal da Ilha, na rádio Ilha FM [102,3 MHz], nesta segunda-feira (28), onde discutiu sobre a segurança do Centro Comercial de Aracaju.

 

Representando a instituição, Marco ressaltou que a categoria sugere um planejamento, onde todas as necessidades sejam abordadas. "Há ações periféricas e de maior porte, que depende muito do Governo Federal. Um exemplo importante é o ocorrido na Copa do Mundo, com uma prática integrada dos organismos de segurança. Haviam comandos estratégicos, com centrais de monitoramento, Polícia Federal, Polícia Civil e Militar, PRF, Bombeiros, etc".

 

Para a Associação, isso pode ser feito de forma permanente e não somente pontual, a exemplo de atividades e/ou eventos específicos. "Ainda existe dificuldade entre o poder público e o setor privado. Então o ideal é sentarmos juntos, com o objetivo examinar essa situação. É fundamental promover um debate envolvendo todas as partes, inclusive o usuário. Podemos encontrar caminhos e soluções que precisam ser dialogadas e construídas", frisou o presidente da Acese.   

 

Questionado pelo radialista Carlos Ferreira sobre essa possível integração, de forma a evitar prejuízos, Pinheiro afirmou que ações paralelas podem gerar mais eficácia. Para isso, deve-se levantar as estatísticas e debatê-las com a sociedade. "A população precisa voltar a registrar o Boletim de Ocorrência (B.O.), de forma a contribuir com um resultado mais preciso, nas maneiras de atuar, na qualificação do policiamento preventivo, entre outras questões".  

 

Ainda de acordo com Marco, o empresariado está pronto a colaborar e participar da construção de processos. "Pensamos que o mundo dos negócios se resume a impostos e ao bom atendimento ao cliente, mas a segurança é um item muito importante. Tudo isso vai impactar no Custo Brasil, com cargas tributárias muito altas e serviços públicos que não atendem as expectativas e necessidades do cidadão, em comparação aos impostos pagos", observou.  

 

Vida noturna no Centro Comercial

 

Região histórica da capital Sergipana, o Centro Comercial de Aracaju também já foi movimentado durante a noite, ao contrário do cenário atual, que se encontra marginalizado e sem iluminação, um dos assuntos mais pautados pela categoria.

 

A Acese entende que a segurança não está apenas relacionada aos bens materiais, mas com a vida, pois causa grande preocupação para comerciantes/empresários e funcionários. "Acredito que um grande desafio é o reestabelecimento da vida noturna do nosso Centro", destacou Marco Pinheiro.

 

Assessoria de Comunicação

Publicado em 28/08/2017



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