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Acese marca presença do II Fórum de Relações Trabalhistas

"Precisamos lutar por uma Reforma Tributária, por menos estado e mais cidadania",  destacou o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe ao participar do II Fórum de Relações Trabalhistas, nesta quinta-feira (28). Na ocasião, o presidente da Acese, Marco Aurélio Pinheiro, ministrou a palestra "O que os empresários pensam e esperam da Reforma Trabalhista", além de abordar sobre a ajuda das empresas ajudam no crescimento da economia.

Marco Pinheiro destacou que o Estado brasileiro está refém das corporações. Também disse que os Recursos Humanos são o principal elo entre os empresários, parceiros e colaboradores. "Temos que buscar cada vez mais essa conscientização.  Ao contrário do que alguns pregam, a Lava-Jato está aliviando o ambiente econômico, dando credibilidade ao cenário externo. Vale ressaltar que os Recursos Humanos são o principal elo entre os empresários, parceiros e colaboradores. Temos que nos fortalecer". Ainda de acordo com Pinheiro, a população trabalha para sustentar uma máquina pública que não gera bem estar e satisfação. "O retorno que temos não é justo nem atende as necessidades que almejamos".

Promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos de Sergipe (ABRH-SE), o evento teve o objetivo fomentar o fortalecimento das empresas sergipanas e proporcionar a estabilidade dos resultados no que se refere à redução de custos e melhorias nas relações de trabalho. Para a presidente da ABRH-SE, Cláudia Soledade, se há um real engajamento dos profissionais com os objetivos da organização, "torna-se possível potencializar o crescimento da empresa frente a um mercado cada vez mais competitivo", disse.

Presente no evento, o conselheiro da Acese e também membro da Faciase e do Sebrae, Bráulio Felizola, fez  referência aos benefícios gerados pelo empreendedorismo. "Através desse bate-papo, Marco mostrou, com humildade, a sua experiência como empregado e como gestor. Todos têm ciência de que empreender é difícil, mas é uma oportunidade. Somo felizes por empregar, mesmo diante das dificuldades enfrentadas. Acredito que é preciso mudar nossa filosofia defasada, devido a essa política extremamente deficiente. Exemplos da economia desenvolvida de outros países foram citados, mas gostamos de empreender aqui e é possível transformar esse cenário".

Assessoria de Comunicação/Acese

 

Publicado em 29/09/2017



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