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União do setor produtivo e Poder Público já é realidade em Sergipe

Na condição de presidente do Conselho Deliberativo do SEBRAE-SE, Marco Pinheiro, comemorou a iniciativa em reunir entidades do setor produtivo e Poder Público em uma iniciativa que visa estimular o turismo e movimentar a economia do Estado. A declaração foi dada durante o lançamento do selo “Sergipe é o País do Forró” e da programação do Encontro Nordestino de Cultura, numa ação  inédita em Sergipe. 

 

Pinheiro aproveitou a ocasião para avaliar a atividade, como um dos responsáveis por articular com as entidades do setor produtivo. Segundo ele, a capacidade do setor produtivo em buscar soluções para o desenvolvimento econômico é fundamental neste momento. “Esta parceria é fundamental para valorizar o produto dos nosso festejos juninos, num evento que é de grande importância para nossa economia e tudo o que traga desenvolvimento econômico nos interessa, como representantes do setor produtivo e como sergipanos. Estaremos nos somando ao Governo, à bancada e ao setor produtivo”, explicou.

 

Nova Previdência

 

O momento também foi propício para apresentar demandas. Aproveitando a presença do deputado federal Fábio Mitidieri (PSD-SE), Pinheiro pediu o voto do parlamentar em prol da Nova Previdência, sob a justificativa de ser uma necessidade para o país. “É como ter um cheque especial de R$160 bilhões, não tomar providências para sair da dívida e querer dar aumento a funcionário, essa empresa não funciona. É evidente que a Câmara Federal e o Senado irão fazer as avaliações, mas sua aprovação é importante”, explicou. 

 

A Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (ACESE), entidade da qual Marco Aurélio Pinheiro também preside, juntamente com outras 14 entidades, faz parte de um movimento sergipano liderado pela classe empresarial em prol da Nova Previdência. 

 

Cerâmica Sergipe Ltda.

 

Na ocasião, Pinheiro também comentou o impacto do preço do gás no sistema econômico de Sergipe, citando o exemplo da Cerâmica Sergipe Ltda., e questionando o risco social causado pela hibernação por falta de um estudo mais aprofundado sobre a tributação e custo do gás. “É lamentável que a Cerâmica Sergipe tenha, neste momento, que hibernar e desempregar 200 colaboradores”, lamentou.

 

Marco Pinheiro também questionou o custo do gás para o consumidor final, não apenas para a indústria, mas para o cidadão. “Como um botijão de gás sai por R$26 da Petrobras e chega por R$80 no consumidor, não é pensar no povo, precisamos consertar isso”, afirmou.

 

Explicações


Segundo o secretário de Estado do Governo, José Carlos Felizola, o preço do gás não depende do Governo de Sergipe e que o Estado de Sergipe é pioneiro com a chegada da CELSE. “Quem tabela o gás e é abusivo para a Fafen e outras empresas é a Gaspetro”, explicou. 

Da Ascom

Publicado em 20/05/2019



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