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Marco Pinheiro retorna da licença na Acese

O empresário Marco Pinheiro está retornando da sua licença da Presidência da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese). A posse aconteceu nesta quinta-feira (30) após reunião virtual realizada com a diretoria da entidade. 

Pinheiro se licenciou no início do mês de junho com o objetivo de cuidar de questões pessoais. Agora, o empresário pretende contribuir com a instituição em um momento tão importante para o segmento do comércio, diante da crise provocada pelo coronavírus.

“Vi a importância de ajudar a Acese em um dos períodos mais significativos da sua história. Por isso, resolvi encurtar a minha licença e retomar à Presidência. Esperamos conduzir bem os trabalhos em prol de nossa categoria”, explica Marco. 

“Agradeço ao vice-presidente Maurício Vasconcelos, que ocupou a Presidência enquanto estive de licença, ao vice-presidente Robson Pereira e aos demais diretores e conselheiros da associação. Bravos guerreiros que lutaram nesta fase tão difícil para todos”, completa Pinheiro.

Reabertura do Comércio 

O comércio sergipano se encontra fechado há mais de 130 dias, por causa da quarentena imposta pelo coronavírus. Com isso, muitos empresários têm sofrido os graves efeitos de permanecerem com as portas fechadas por tanto tempo. 

Marco Pinheiro diz que essa pauta irá nortear os trabalhos neste retorno à entidade. “Está mais do que na hora de avaliar a reabertura para todos. Vamos dialogar e encontrar quais as opções, pois esta situação precisa se resolvida urgentemente”, garante.

O presidente assegura que atuará na cobrança de um plano detalhado feito pelas autoridades municipais e estaduais, uma vez que o plano de retomada econômica não alcança as medidas necessárias de apoio para a reabertura do comércio. 

“É preciso um plano amplo de incentivo para que quem fechou o seu negócio possa reabrir e aqueles que estão perto de fechar ganhem uma sobrevida. É necessária uma isenção fiscal, linha de crédito com fundo de aval e outros incentivos para ajudar essas empresas”, pondera Pinheiro.

Publicado em 30/07/2020



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